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#ForçaMandela!

27 jun

“Devemos promover a coragem onde há medo, promover o acordo onde existe conflito, e inspirar esperança onde há desespero”. (Nelson Mandela)

Para quem ainda não assistiu o filme “Invictus”recomendo fortemente!

Um comprometimento que vai dobrar o seu valor no mercado.

24 jun

 Texto traduzido de Fred Kofman. Artigo original no link: http://ow.ly/mluqr  

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Porque você se amarraria a um mastro?

Odysseus se amarrou para resistir ao canto das sereias que poderia levá-lo para o mau caminho.

Na sua carreira permanecer no curso não é uma questão de vida ou morte, mas de quanto os seus serviços são valorizados.

O mastro é a sua integridade. As cordas são o seu comprometimento de honrar a sua palavra incondicionalmente.

Sem Desculpas, Sem Surpresas.

”Incondicional” significa “sem desculpas”; você vai fazer alguma coisa custe o que custar.

Com relação a compromissos, entretanto, “incondicional” não significa que você vai entregar custe o que custar. Ao invés disso, o que incondicional é a sua integridade. “Integridade” significa que sua palavra é sua obrigação. Você dá a sua palavra sinceramente, você a cumpre consistentemente e você cuida do seu interlocutor impecavelmente – especialmente se você não vai conseguir entregar o que foi combinado. Este último item é o aspecto incondicional da sua integridade. Por nunca descumprir a sua palavra você nunca vai surpreender negativamente o seu interlocutor.

Como eu expliquei neste artigo (em inglês) para fazer uma promessa sincera você precisa ter a intenção de entregar o que está sendo combinado. E você pode apenas fazer isso se você:

  1. entende o pedido (expectativas, condições e tempo)
  2. tem um plano robusto (planejou as etapas, previu as contingências etc.)
  3. tem as habilidades e recursos necessários para entregar o combinado.  

Durante a execução do plano você precisa monitorar o progresso para avisar seu interlocutor caso as coisas saírem do trilho. Neste caso você deve avisá-lo(a) imediatamente, pedir desculpas e explicar o que aconteceu. Em seguida você precisa perguntar quais as consequências negativas desta “não entrega” e o que você pode fazer para ajudar a minimizá-las. Finalmente, você precisa fazer um novo compromisso para reparar os danos que você causou.

Quanto você vale?

Valor não é uma qualidade objetiva. Valor é uma opinião subjetiva tida por alguém que considera usar alguma coisa para atingir suas metas. (leia este artigo – em inglês – para uma explicação completa).

No mercado o seu valor não é algo intrínseco a você. Seus serviços são commodities. Potenciais compradores – isto é empregadores e clientes – vão avaliar o seu valor de acordo com o que eles acreditam sobre quão útil você pode ser para que eles alcancem seus objetivos.

Eles não podem “usar” você como eles usam um recurso material. Você é consciente e por isso tem livre arbítrio. Você faz por eles o que você escolhe fazer, então eles não vão se beneficiar das suas competências a não ser que você se comprometa a dar suporte a eles.

Consequentemente, eles não vão acreditar que eles vão se beneficiar das suas competências a não ser que eles acreditem que você vai se comprometer com os objetivos deles. E se eles não acreditarem que você vai fazer isso, então não importa o quão habilidoso você é, você vai parecer sem valor para eles.

Por isto integridade é tão importante. Integridade é o que faz você confiável, e consequentemente, valioso. Sem integridade você não é confiável, por isso não tem valor.

Ainda assim a maioria das pessoas desvalorizam sua própria integridade. Em um estudo pesquisadores constataram que “manter a promessa não tem importância no local de trabalho; que as pessoas constantemente ignoram as suas promessas; e mais, “manter as promessas” está no último lugar do ranking na hierarquia de valores das empresas. Em média menos de um terço das pessoas cumprem a sua palavra.”

O caminho para o inferno

Muitas pessoas fazem promessas com boas intenções, mas quando elas tem algum problema, elas traem a sua integridade tentadas por cantos da sereia como:

  • Estou em uma crise; preciso deixar de entregar alguma coisa.
  • Talvez eu ainda consiga entregar; não tem necessidade de chateá-lo(a).
  • Eu estarei lá em 5 minutos; ninguém vai notar que eu estou atrasado(a).
  • Isso é uma coisa sem importância; ela não vai se importar.
  • Estou muito ocupado para lidar com a raiva dele; preciso focar no trabalho.
  • Eu tenho uma boa razão; isso saiu do meu controle.
  • Ele não pode reclamar; ele já quebrou promessas comigo antes.
  • Eu não quero fazer um rebuliço; Eu vou parecer neurótico.
  • Ele vai demandar muito; melhor não perguntar o que ele precisa.
  • Eu sempre entrego; um erro não vai ser grandes coisas.
  • Qual é o ponto? Eu não posso manter a promessa de qualquer jeito.

Você já ouviu cantos da sereia parecidos na sua mente?

Se você seguí-los você sabe que eles vão levá-lo(a) para a perdição: você vai trair você mesmo, você vai trair o seu interlocutor e você vai trair todos que confiam nos resultados da sua coordenação.

No entanto você sabe que a sua chamada é quase irresistível. Quando você mais precisa ficar fiel a sua palavra é quando você menos quer fazer isso. E por uma ótima razão: você não quer ser inconveniente!

Não cumprir os seus compromissos parecem ser o mais eficiente curso de ação no curto prazo. É por isso que tantas pessoas agem assim, mas isto é um grande erro se você não vai ser bem sucedido no longo prazo. Nada o torna mais valioso que sua reputação pela sua integridade.

É por isso que você deve se amarrar ao mastro.

 “Confiança é a lubrificação que torna possível às organizações trabalharem. Uma organização sem confiança é um equívoco, uma criatura fraca da imaginação de Kafka” — Warren Bennis

Você já sofreu por causa de uma empresa/pessoa não confiável que não cumpriu suas promessas sem sequer se desculpar ou minimizar as consequências? Quanto a mais você estaria disposto(a) a pagar por alguém que cumprisse sua palavra e se comportasse com comprometimento incondicional?

Um forte abraço e uma ótima semana!

 

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Os cinco maiores arrependimentos antes de morrer

14 jan

Olá,

Quero começar este post desejando um 2013 no capricho para você! Prosperidade em todos os sentidos na sua vida e que 2013 seja um ano de muito aprendizado e realizações!

Depois de um ano sem atualizar o blog decidi voltar a dedicar tempo para compartilhar idéias de como seguir no caminho de inspiração e propósito.

2012 foi um ano maravilhoso na minha jornada e me dediquei quase integralmente para participar de projetos de transformação cultural e desenvolvimento de liderança em algumas empresas (Grupo Pão de Açúcar, HP, Tetrapak e Subsea7). Minha intenção é integrar o despertar da consciência com o mundo empresarial e estou muito grato por estar seguindo o meu propósito.

Para começar o ano quero compartilhar este vídeo que mostra o resultado de uma pesquisa feita com pacientes terminais para nos ajudar a refletir sobre nossas escolhas.

Um grande abraço.

Seus valores e virtudes te fazem próspero e feliz?

31 ago

Acabei de ler o livro Atlas Shrugged (A Revolta de Atlas) de Ayn Rand e tive uma série de insights sobre que escolhas podem ajudar a criar liberdade e felicidade em alinhamento com propósito de vida, paixão e lucros. Apesar de ter sido publicado em 1957, na minha opinião, a história encaixa-se perfeitamente nos dias de hoje.

Na mitologia grega o Titã Atlas recebe de Zeus o castigo de carregar o mundo nas costas. Esta é uma metáfora utilizada por Ayn Rand que descreve um cenário desolador em que a intervenção estatal se sobrepõe a qualquer iniciativa privada de reerguer a economia.

A autora divide o mundo em dois grandes grupos: aqueles que produzem riqueza (produtores) e aqueles que vivem das riquezas geradas por outras pessoas (saqueadores). Cansados de carregar o mundo nas costas e conscientes de quanto mais riqueza, mais saqueadores existirão, os produtores – principais líderes da indústria, empresários, filósofos e cientistas – começam a sumir sem deixar pistas e a economia entra em colapso.

Abaixo compartilho alguns insights com o objetivo de adicionar mais um ponto de vista sobre as escolhas que você tem feito em busca da sua felicidade e liberdade:

  • Algumas pessoas escolhem produzir algo de valor para outras pessoas e se tornam “produtores”. Eles decidem seguir um caminho de integridade alinhado com seus valores, assumem responsabilidade por suas escolhas, enfrentam os desafios aprendendo com os erros, buscam melhorar suas fraquezas ao invés de querer “sair bem na foto”, tem amor próprio e não se preocupam com o que os outros vão achar, são corajosos, estão preparados para as oportunidades, apreciam e valorizam a riqueza material pois é parte da conquista de seu próprio trabalho;
  • Outros escolhem não criar a própria riqueza e vivem para explorar a riqueza gerada pelas outras pessoas, tornando-se “saqueadores”. Utilizam argumentos baseados em mitos para cobrar impostos/tributos ou se escondem sob diversos pretextos para pedir ajuda, caridade e esmolas. São a antítese das idéias e escolhas dos produtores;
  • A justiça é vista como um comércio sem segundas intenções ou agendas escondidas: eu te dou algo de valor e você me dá algo de valor em troca. Isto é aplicado não só aos negócios, mas também nos relacionamentos afetivos: as pessoas que tem seu próprio “motor” são admirados e valorizados pelo seu parceiro(a). Um relacionamento afetivo está baseado nos valores e virtudes de ambas as partes para uma relação próspera em todos os sentidos;
  • Os valores de integridade, racionalidade, honestidade, justiça, independência, produtividade e orgulho embasam o juramento dos direitos individuais em busca da felicidade e direito a propriedade criada pelos esforços individuais: “Eu jamais viverei por outro homem, nem pedirei a outro homem que viva por mim”;
  • Caridade é ajudar aqueles que merecem (que estão se esforçando para produzir algo de valor) a realizarem seus objetivos. Ajudar os que não se esforçam, que escolhem não aprender, que não tentam produzir algo de valor para a sociedade, aqueles que vivem para “saquear” as pessoas que produzem é a pior forma de sabotar o aprendizado e crescimento destes. Dar droga a um viciado é amor?
  • Independência é o reconhecimento do fato de que a responsabilidade de discernir é sua. Nada pode ajudá-lo a se esquivar dessa responsabilidade de que nenhum substituto pode pensar por você; de que nenhum substituto pode viver a sua vida; de que a forma mais vil de autodegradação e autodestruição é subordinar a sua mente a de outro; aceitar uma autoridade sobre seu cérebro; aceitar as afirmações de outros como fatos, suas opiniões como verdades; seus decretos como intermediário entre sua consciência e sua existência.

A seguir compartilho a entrevista de Ayn Rand sobre o livro e sobre sua visão dos direitos individuais, liberdade e a busca da felicidade. Achei muito interessante e provocativa! Assista e compartilhe sua opinião.

Parte 1

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Parte 2

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Parte 3

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Forte abraço e sucesso!

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Como encarar os desafios da vida?

12 jul

Recentemente li o livro “Man’s search for meaning” (Em busca de sentido) do psiquiatra austríaco Viktor Frankl, sobrevivente do campo de concentração nazista de Auschwitz na Segunda Guerra Mundial.  Quero compartilhar algumas idéias sobre este livro, pois acredito que pode fazer a diferença na forma de encararmos os desafios da vida

A Idéia de Dr. Frankl foi compartilhar com as pessoas o que podemos aprender quando a mente humana é submetida a condições extremas de dor e sofrimento. A mensagem do livro é que devemos dizer “sim” a vida, pois ela mantém um significado potencial sob qualquer condição, mesmo a mais miserável.

A fórmula matemática para encarar os desafios da vida pode ser traduzida da seguinte forma:

Desespero = SofrimentoSignificado

As pessoas que encontram um significado mediante os desafios a que são submetidos tem uma enorme capacidade de criar força, coragem e resiliência.

Quero propor um rápido exercício de reflexão:

  1. Pense em um grande líder da humanidade ou alguém de sua vida pessoal que você tem grande admiração. Pare um minuto para fazer isso. Acredito que vale a pena!
  2. Que qualidade(s) você admira nesta pessoa? Coragem? Compaixão? Disciplina? Resiliência? Coloque sua atenção nesta pessoa para perceber o que é exatamente.
  3. Do que esta pessoa precisou para demonstrar tal(is) qualidade(s)? De uma vida calma e pacata ou grandes desafios ?
  4. Você acredita que ela encontrou um significado maior ao lidar com estes desafios? Ela compartilhou os aprendizados para ajudar e inspirar outras pessoas?

Quando as pessoas não ficam conscientes do que estão aprendendo, não percebem que habilidades precisam desenvolver para encarar os desafios ou perdem a esperança em encontrar um significado maior na situação que estão enfrentando, ficam mais suscetíveis a doenças e podem até pensar em tirar a própria vida.

Dr. Frankl afirma que tudo pode ser tirado de uma pessoa, menos uma coisa: a última instância da liberdade humana – escolher a sua atitude em qualquer situação. Por tudo isto, se você está enfrentando desafios em sua vida pessoal ou profissional tente ficar consciente de suas escolhas e responda para si mesmo:

  1. O que estou aprendendo?
  2. Que habilidades preciso desenvolver para lidar com esta situação? Vou sentir que sou uma pessoa melhor quando tiver feito isso?
  3. Como posso fazer disto uma forma de amenizar o sofrimento de outras pessoas?

Abaixo compartilho uma entrevista de Viktor Frankl (legendado) para quem quiser explorar um pouco mais.

Parte I

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Parte II

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Você é feliz somente nos finais de semana?

15 abr

É muito interessante como as pessoas celebram a chegada das sextas-feiras e dos finais de semana. Para muitas pessoas é o alívio de todo sofrimento, ansiedade e mal estar do martírio semanal.

Se isto é verdade, passamos em média, 2.600 horas por ano (10 horas por dia x 260 dias úteis) fazendo algo que não traz satisfação ou não dá um sentido maior para nossas vidas. Em 30 anos de trabalho serão 78.000 horas rezando para que a semana acabe logo e sonhando com a aposentadoria.

Nem parece que o poder desta mudança está nas nossas escolhas, em nossas mãos. É mais fácil dizer que a vida é assim mesmo e que as obrigações e responsabilidades nos obrigam a isso. Afinal, se fizermos uma retrospectiva, é fácil perceber que a situação atual é fruto de nossas escolhas ao longo da vida: colégio, faculdade, casamento, filhos etc. Para toda situação existe uma saída! Para ter resultados diferentes precisamos fazer novas perguntas: o que faz minha vida valer à pena? Posso buscar um sentido maior?

Isso não significa que você precisa abrir mão de tudo o que conquistou ou seguir os caminhos da Madre Tereza ou do Chico Xavier. Um propósito para sua vida pode ser, por exemplo, prestar um serviço com excelência, desenvolver pessoas, novas tecnologias a serviço da humanidade, preparar uma boa comida etc. A real satisfação, no meu ponto de visto, virá quando existir um interesse genuíno em fazer algo valioso para outras pessoas.

No livro Delievering Happiness de Tony Hsieh (lê-se Shay), ele fala que a busca da felicidade pode ser dividida em 3 categorias:

1 – Busca por prazeres – É o tipo de felicidade onde existe a constante procura de algo a mais. É como uma droga que dura pouco, mas quando os estímulos diminuem a felicidade desaparece. É ótimo se você puder ter uma vida de um astro de rock’n’roll com estímulos constantes, mas é muito difícil de manter ao longo do tempo.

2 – Busca por uma paixão – Esse tipo de felicidade é conhecida como o clímax. Você nem sente a hora passar e tem total dedicação a determinada atividade. É uma felicidade que dura mais que a busca por prazeres, mas como toda paixão é atenuada em curto prazo.

3 – Busca por um propósito maior –  Este é o tipo de felicidade onde você faz parte de algo que tem um significado maior. É a felicidade do amor, com longa duração.

Muitas pessoas passam a vida perseguindo prazeres, pensando que somente quando puderem sustentá-los poderão, em seguida, buscar uma paixão e finalmente um sentido maior. Entretanto, com base em pesquisas feitas recentemente, a estratégia mais adequada seria o oposto: primeiramente a busca de um propósito maior, seguido de uma paixão e finalmente a celebração com pequenos prazeres.

Uma pesquisa divulgada no The Wall Street Journal mostra que a felicidade gerada por um sentido maior traz benefícios com relação à doença conhecida como Alzheimer.

Segundo David Bennett, diretor do Alzheimer Disease Center do Rush University Medical Center em Chicago, uma pesquisa com duração de 7 anos mostra que pessoas que declaravam não ter um sentido maior na vida tinham mais que o dobro de probabilidade de desenvolver a doença. Aliás, se pararmos para refletir sobre isso, 78.000 horas de angústia ao longo da vida não poderia trazer saúde física e mental, não é mesmo?

Com novas perguntas você poderá encontrar as respostas para buscar e seguir algo que faça sua vida ser mais saudável e ter sentido para todos nós. Depois é planejar e colocar a mão na massa!

Forte abraço e ótimo final de semana!

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Vulnerabilidade é chave para seu sucesso.

18 fev

“Suas atuais fronteiras seguras já foram fronteiras desconhecidas” – Autor desconhecido.

Você já parou para pensar que a sua atual zona de conforto já foi algo que era apenas parte de um sonho? “Ah quando eu ganhar essa grana por mês, quando tiver esse cargo, quando tiver meu apartamento, um relacionamento que eu possa me abrir, estar mais próximo da família, morar em tal cidade etc.”

E aí, consciente ou inconscientemente, transformamos os sonhos em metas e direcionamos nossas escolhas para criar os caminhos de oportunidade: lutamos, escolhemos abrir mão de estar mais presente com a família e amigos, ralamos de segunda a segunda mesmo quando nossa vontade era ficar um pouco mais na cama ou curtir o dia fazendo outra coisa qualquer etc. e, se nenhuma fatalidade acontecer, chegamos lá!

Chegamos com ônus e bônus, talvez com uma família construída, talvez em pedaços, saudáveis ou “um pouco doentes”, em paz ou tomando calmantes, felizes ou rancorosos, mas faz parte do jogo que escolhemos jogar, certo?

Para compensar o desgaste da nossa jornada do herói nos presenteamos com coisas bacanas, afinal, “Você merece!”.  Não tem absolutamente nada de errado nisso, a não ser que estejamos alerta para a “síndrome da ostra”: ao invés de confiarmos ainda mais no nosso taco, de sermos ainda mais vulneráveis e lutarmos pelos nossos sonhos, nos fechamos como ostras e começamos a sentir que dependemos das nossas conquistas para sermos felizes. Como naquele ditado: “ninguém quer passar de cavalo a burro”.

Acontece que tudo aquilo que te fez vencer e chegar lá começou na vulnerabilidade. Afinal, você precisou ser vulnerável, se apaixonar, errar, acertar, trabalhar, ser expert, ter foco, praticar, ter idéias e persistência para chegar lá, certo?

“Eu quero ser feliz mas sem abrir mão de nada! Não quero estar vulnerável, arriscar o que conquistei,  me apaixonar e ser machucada(o), a abrir mão do meu conforto e, principalmente, a estar a serviço de alguém! Eu trabalhei duro e agora eu que quero ser servida(o)”

Se você está nesse coro, convido para assistir a este brilhante vídeo onde Brene Brown, pesquisadora na área de relacionamentos humanos, fala sobre o poder da vulnerabilidade. e compartilhar sua opinião São alguns minutos que podem fazer diferença na vida!

Para legendas em português clique em “subtitles available in” abaixo do vídeo.

 

Como diria pop star da “geração X” Lulu Santos na música dancing days: Abra suas asas, solte suas feras, caia na gandaia, entre nessa festa!

Forte abraço e ótima semana!

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