Aprendendo a inovar.

25 maio

Hoje eu quero compartilhar um assunto que considero ser a chave para a inovação nas organizações e em suas vidas pessoais: aprender a ser humilde o suficiente para ouvir e respeitar outros pontos de vista.

As pessoas vêem o mundo de formas diferentes. A maneira como você lida com isso vai definir se você é um “aprendiz” ou um “controlador”.  Os controladores dizem que sabem como as coisas são, como deveriam ser e o que precisa ser feito. Dão muitas ordens e fazem poucas perguntas. Aprendizes são curiosos e humildes, não tem tanta certeza na interpretação do que está acontecendo e o que deva ser feito. São mais inquisidores do que mandões e tentam levar em consideração os pontos de vista alheios ao invés de impor o seu único ponto de vista.

Os controladores sustentam sua auto estima acreditando que sempre estão certos. Sentem-se satisfeitos quando conseguem eliminar todos os pontos de vista contrários e todos passam a concordar com eles. Acreditam que as coisas são como eles as vêem e qualquer outra interpretação está errada. Um caso típico de “arrogância ontológica” (ontologia é o ramo da filosofia que estuda a natureza da realidade, o que é inerente a todos e a cada um dos seres).

Os aprendizes sustentam sua auto-estima no fato de permanecerem abertos, convidando todos  a compartilharem suas percepções dentro de um espírito de aprendizado mútuo. Acreditam que vêem as coisas da forma como lhes parece e que essa visão é apenas parte de um todo muito mais amplo. Estes exemplos são o oposto da arrogância, a “humildade ontológica”.

Uma pessoa humilde não se vê acima das outras e não aparenta estar em posição privilegiada.  A humildade ontológica é o reconhecimento que a sua visão da realidade ou da verdade não tem nada de especial e faz parte de um modelo mais amplo de aprendizagem.

As conseqüências finais deste modelo de aprendizagem são o sonho de qualquer liderança: eficácia, flexibilidade, inovação, alta qualidade, grande lucratividade, baixos custos, baixa rotatividade de funcionários, melhoria contínua, crescimento pessoal e profissional.

No entanto, apesar de tantos benefícios este não é o modelo padrão de nossa sociedade. Vivemos em uma cultura arrogante onde a maioria de nós busca um modelo de controle unilateral. Desde os tempos de bebê você foi condicionado a ter mérito apenas quando vence, a evitar embaraços e a provar que está certo. Se falhar se sentirá um fracassado. Você percebe o erro como “culpa” e não  “um aprendizado para melhorar sua habilidade de dar respostas aos desafios”.

Desenvolver esta nova habilidade não é simples e requer muita prática.  É preciso que você aprenda a expressar seus pontos de vista e acolher as opiniões alheias com honestidade, respeito e humildade. O grande desafio não é desenvolver humildade não só com outros aprendizes, mas também com o grande número de controladores unilaterais que o cercam.

Como é possível se expressar com humildade ontológica sem ser massacrado pelos demais?  Como ser assertivo em relação ao que você pensa sem massacrar os que pensam de forma diferente?

O Primeiro passo é trazer isto para a luz de sua consciência, ficar alerta sobre sua forma de agir e buscar explorar mais sobre este assunto. Não existe receita de bolo, mas sim metodologia e treinamentos específicos para desenvolver esta habilidade.

Se quiser explorar mais sobre este assunto recomendo a leitura do livro Consciência nos Negócios de Fred Kofman.

Forte abraço!

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Você é feliz somente nos finais de semana?

15 abr

É muito interessante como as pessoas celebram a chegada das sextas-feiras e dos finais de semana. Para muitas pessoas é o alívio de todo sofrimento, ansiedade e mal estar do martírio semanal.

Se isto é verdade, passamos em média, 2.600 horas por ano (10 horas por dia x 260 dias úteis) fazendo algo que não traz satisfação ou não dá um sentido maior para nossas vidas. Em 30 anos de trabalho serão 78.000 horas rezando para que a semana acabe logo e sonhando com a aposentadoria.

Nem parece que o poder desta mudança está nas nossas escolhas, em nossas mãos. É mais fácil dizer que a vida é assim mesmo e que as obrigações e responsabilidades nos obrigam a isso. Afinal, se fizermos uma retrospectiva, é fácil perceber que a situação atual é fruto de nossas escolhas ao longo da vida: colégio, faculdade, casamento, filhos etc. Para toda situação existe uma saída! Para ter resultados diferentes precisamos fazer novas perguntas: o que faz minha vida valer à pena? Posso buscar um sentido maior?

Isso não significa que você precisa abrir mão de tudo o que conquistou ou seguir os caminhos da Madre Tereza ou do Chico Xavier. Um propósito para sua vida pode ser, por exemplo, prestar um serviço com excelência, desenvolver pessoas, novas tecnologias a serviço da humanidade, preparar uma boa comida etc. A real satisfação, no meu ponto de visto, virá quando existir um interesse genuíno em fazer algo valioso para outras pessoas.

No livro Delievering Happiness de Tony Hsieh (lê-se Shay), ele fala que a busca da felicidade pode ser dividida em 3 categorias:

1 – Busca por prazeres – É o tipo de felicidade onde existe a constante procura de algo a mais. É como uma droga que dura pouco, mas quando os estímulos diminuem a felicidade desaparece. É ótimo se você puder ter uma vida de um astro de rock’n’roll com estímulos constantes, mas é muito difícil de manter ao longo do tempo.

2 – Busca por uma paixão – Esse tipo de felicidade é conhecida como o clímax. Você nem sente a hora passar e tem total dedicação a determinada atividade. É uma felicidade que dura mais que a busca por prazeres, mas como toda paixão é atenuada em curto prazo.

3 – Busca por um propósito maior –  Este é o tipo de felicidade onde você faz parte de algo que tem um significado maior. É a felicidade do amor, com longa duração.

Muitas pessoas passam a vida perseguindo prazeres, pensando que somente quando puderem sustentá-los poderão, em seguida, buscar uma paixão e finalmente um sentido maior. Entretanto, com base em pesquisas feitas recentemente, a estratégia mais adequada seria o oposto: primeiramente a busca de um propósito maior, seguido de uma paixão e finalmente a celebração com pequenos prazeres.

Uma pesquisa divulgada no The Wall Street Journal mostra que a felicidade gerada por um sentido maior traz benefícios com relação à doença conhecida como Alzheimer.

Segundo David Bennett, diretor do Alzheimer Disease Center do Rush University Medical Center em Chicago, uma pesquisa com duração de 7 anos mostra que pessoas que declaravam não ter um sentido maior na vida tinham mais que o dobro de probabilidade de desenvolver a doença. Aliás, se pararmos para refletir sobre isso, 78.000 horas de angústia ao longo da vida não poderia trazer saúde física e mental, não é mesmo?

Com novas perguntas você poderá encontrar as respostas para buscar e seguir algo que faça sua vida ser mais saudável e ter sentido para todos nós. Depois é planejar e colocar a mão na massa!

Forte abraço e ótimo final de semana!

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A Alma da Liderança

22 mar

Acabei de ler o livro “The Soul of Leadership” do Deepak Chopra e achei muito interessante a forma como ele conecta dois mundos aparentemente tão distintos: o mundo das escolhas diárias mediante aos desafios pessoais e profissionais com o mundo do “Despertar da Consciência”.

Este livro foi inspirado no Curso de Liderança da Kellogg Graduate School of Management, onde Chopra tem compartilhado, nos últimos oito anos, perspectivas com dezenas de CEO’s das mais variadas instituições.

Deepak utilizou um acrônimo com a palavra Leaders (Líderes) como um guia das habilidades que devem ser desenvolvidas para que você lidere com a sua alma:

L = Look and listen (olhe e escute) – Faça isto com seu coração e tente não julgar/ etiquetar as pessoas e situações sem sentir, ouvir e observar com cuidado previamente.

E = Emotional bonding (vínculo emocional) – Significa ir além do melodrama de viver em crise, aprender a livrar-se das emoções tóxicas , conseguir sentir quais são suas reais necessidades e as das pessoas a sua volta.

A = Awareness (consciência expandida) – Busque o autoconhecimento e fique consciente das perguntas que estão por detrás de cada desafio na sua vida: Quem sou eu? O que eu quero? O que esta situação demanda?

D = Doing (fazendo acontecer) – Desenvolva habilidades para ser orientado para as ações. Em qualquer situação seja responsável pelos compromissos e promessas feitas com tenacidade e persistência, mas lembre-se de manter a flexibilidade e o bom humor. Crie credibilidade!

E = Empowerment (delegar poder) – Vá além ao empoderamento do Ego, do “Eu, mim e meu”. Dê poder aos outros simultaneamente ao dar poder a si mesmo. Lide com o poder de forma transpessoal.

R = Responsibility (assumir responsabilidade) – Seja responsável por suas escolhas, assuma riscos de forma prudente, faça o que você diz, seja íntegro e alinhado com seus valores, guie sua vida e a das pessoas a sua volta para uma consciência mais expandida.

S = Sinchronicity (sincronicidade) – Desenvolva a habilidade de se conectar com sua voz interior, de criar sua própria sorte, de ter estrela, um suporte invisível que vem do campo da consciência que te leva além dos resultados previsíveis.

O livro é um bom aliado para aqueles que queiram dar um significado maior as suas vidas. Por abordar habilidades a serem desenvolvidas, somente a prática vai permitir a criação das maiores qualidades de um líder pode desenvolver: criatividade, inteligência, força e amor.

Assista ao vídeo onde Deepak fala sobre o livro (em inglês):

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

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Boa leitura e mãos a obra!

Forte abraço.

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Vulnerabilidade é chave para seu sucesso.

18 fev

“Suas atuais fronteiras seguras já foram fronteiras desconhecidas” – Autor desconhecido.

Você já parou para pensar que a sua atual zona de conforto já foi algo que era apenas parte de um sonho? “Ah quando eu ganhar essa grana por mês, quando tiver esse cargo, quando tiver meu apartamento, um relacionamento que eu possa me abrir, estar mais próximo da família, morar em tal cidade etc.”

E aí, consciente ou inconscientemente, transformamos os sonhos em metas e direcionamos nossas escolhas para criar os caminhos de oportunidade: lutamos, escolhemos abrir mão de estar mais presente com a família e amigos, ralamos de segunda a segunda mesmo quando nossa vontade era ficar um pouco mais na cama ou curtir o dia fazendo outra coisa qualquer etc. e, se nenhuma fatalidade acontecer, chegamos lá!

Chegamos com ônus e bônus, talvez com uma família construída, talvez em pedaços, saudáveis ou “um pouco doentes”, em paz ou tomando calmantes, felizes ou rancorosos, mas faz parte do jogo que escolhemos jogar, certo?

Para compensar o desgaste da nossa jornada do herói nos presenteamos com coisas bacanas, afinal, “Você merece!”.  Não tem absolutamente nada de errado nisso, a não ser que estejamos alerta para a “síndrome da ostra”: ao invés de confiarmos ainda mais no nosso taco, de sermos ainda mais vulneráveis e lutarmos pelos nossos sonhos, nos fechamos como ostras e começamos a sentir que dependemos das nossas conquistas para sermos felizes. Como naquele ditado: “ninguém quer passar de cavalo a burro”.

Acontece que tudo aquilo que te fez vencer e chegar lá começou na vulnerabilidade. Afinal, você precisou ser vulnerável, se apaixonar, errar, acertar, trabalhar, ser expert, ter foco, praticar, ter idéias e persistência para chegar lá, certo?

“Eu quero ser feliz mas sem abrir mão de nada! Não quero estar vulnerável, arriscar o que conquistei,  me apaixonar e ser machucada(o), a abrir mão do meu conforto e, principalmente, a estar a serviço de alguém! Eu trabalhei duro e agora eu que quero ser servida(o)”

Se você está nesse coro, convido para assistir a este brilhante vídeo onde Brene Brown, pesquisadora na área de relacionamentos humanos, fala sobre o poder da vulnerabilidade. e compartilhar sua opinião São alguns minutos que podem fazer diferença na vida!

Para legendas em português clique em “subtitles available in” abaixo do vídeo.

 

Como diria pop star da “geração X” Lulu Santos na música dancing days: Abra suas asas, solte suas feras, caia na gandaia, entre nessa festa!

Forte abraço e ótima semana!

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Entrevista sobre a Palestra “Decida Ser Feliz!”

26 jan

Responsabilidade pelas escolhas, o impacto das suas convicções/ crenças em sua vida, equilíbrio entre razão e emoção e busca por um propósito que faça sua vida valer a pena.

Em todo beco sem saída existe uma passagem secreta!

18 jan

Você sabe reconhecer a diferença entre “ouvir um canto de sereia para abandonar um sonho” e “fazer um desvio para ganhar fôlego”? Como saber quando ser flexível para reconhecer oportunidades e quando manter o foco em um só objetivo e lutar até o fim?

Tudo começa quando você se questiona sobre as escolhas que tem feito na vida e inicia uma exploração para descobrir “o que você realmente quer”. Neste processo, naturalmente, você pára de seguir os sonhos de outras pessoas e começa a explorar sua própria consciência em busca das suas respostas.

O próximo passo é explorar e descobrir que valores estão embasando esta nova meta (p.ex. felicidade, prosperidade, segurança, liberdade, reconhecimento, paz, serviço ao outro etc.) para começar a sua maravilhosa jornada. Não basta só atingir a meta: além de curtir a jornada, você tem que ser feliz quando chegar lá!

Em seguida você precisa aprender a montar um planejamento para alinhar sua vida pessoal e profissional com este novo objetivo e começar a agir em direção a ele. Pequenas ações todos os dias fazem o trem da sua vida começar uma curva suave em direção da meta que você quer atingir. É um trajeto gostoso, com muitos sonhos e desafios e uma emoção permanente a cada escolha.

Apenas tome cuidado com escolhas que façam curvas acentuadas! Investigue, aprofunde, perceba o impacto nas várias áreas da sua vida, nos seus valores. Uma curva de 90 graus pode descarrilar o seu trem!

Ao longo da jornada você poderá fazer escolhas que te levem, aparentemente, a becos sem saída. Estas são oportunidades que podem ser interpretadas, basicamente, com dois pontos de vista: o da vítima ou do protagonista.

O ponto de vista da vítima é o caminho das justificativas: você provavelmente vai sentir uma sensação de fracasso, vai tentar culpar alguém e sentir raiva por estar nesta situação. A raiva cria uma falsa sensação de alívio, mas com o passar do tempo, só resulta em mágoas e ressentimentos. Você se sente impotente para fazer as mudanças que precisa para colocar sua vida de volta nos trilhos.

O ponto de vista do protagonista é onde você aprende e supera o desafio. É o momento de se fazer as seguintes perguntas:

  1. O que eu posso aprender com isso? Esta exploração vai te ajudar a reduzir as chances que esta situação se repita.
  2. Que recursos eu deixei de utilizar? É hora de ser honesto consigo mesmo(a) e saber quanto da sua capacidade de trabalho, relacionamentos, aprendizagem, tempo etc. você realmente investiu. No que você pode melhorar?
  3. Que pistas eu ignorei? Aqui você pode descobrir sensações, crenças, padrões, hábitos e atitudes que podem estar sabotando seu comprometimento pessoal. Estar alerta é fundamental!

Se você optar por explorar estas situações em busca de aprendizado, responsabilidade pessoal e flexibilidade, além de reduzir as chances que elas se repitam, você certamente encontrará uma saída. Acredite: quando você assume responsabilidade por suas escolhas, em todo beco sem saída existe uma passagem secreta!

Forte abraço e ótima semana a todos!

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Realizações sim! Mas com um sentido maior…

22 dez

Estamos encerrando mais um ano de nossas vidas e, mais uma vez, numa velocidade impressionante! Foi assim para você também?

Cada vez mais percebo como o tempo é precioso. Além de não voltar atrás, escorre pelo ralo se não o direcionarmos para aqueles pensamentos, palavras e ações que nos fazem seguir adiante na trilha.

Recentemente dei uma palestra para cerca de duzentas pessoas em Angra dos Reis e foi uma experiência maravilhosa. Poder compartilhar pontos de vista sobre a responsabilidade por nossas escolhas, a importância de aprender a manejar nossas crenças, o controle de nossas emoções e a busca por um propósito maior é uma grande sensibilização para uma mudança em consciência.

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

Obviamente esta é apenas uma sensibilização para que as pessoas sigam seus caminhos no autoconhecimento e despertar da consciência. Eu pratico e recomendo abertamente duas técnicas perfeitamente alinhadas: o Curso Avatar e o Coaching. Mas, é claro, existem vários caminhos e você é livre para decidir aquele que mais tocar o seu coração.

Conheci pessoas maravilhosas este ano e tenho aprendido, a cada dia, sobre esta fantástica experiência de viver neste mundo cheio de desafios e oportunidades.

Se pudesse resumir em uma frase o desejo default das pessoas que tem cruzado o meu caminho é: “quero ser feliz, ter uma linda família, viver com saúde e dinheiro no bolso.”

Mas, veja bem, se este desejo fosse verdadeiro, você seria plenamente feliz neste exato momento. Se você não é feliz hoje com aquilo que já realizou na sua vida, não seria uma ilusão acreditar que será feliz algum dia? Não seria um tipo de auto-sabotagem?

Conversei com pessoas de 10 a 90 anos, de várias classes sociais, com formações e culturas distintas. Foi interessante observar que a grande maioria, após ter atingido algum objetivo na vida pessoal ou profissional, já não valorizava suas conquistas e viam no próximo objetivo a excitação para encontrar a felicidade: “Ah quando eu conseguir aquele emprego! Ah quando eu encontrar minha alma gêmea! Ah quando meu filho for assim ou assado! Quando me livrar desta dor!”.

O que está faltando? Normalmente eu faço a seguinte pergunta: “Ótimo! E você quer tudo isto para atingir qual objetivo?”. Felicidade, saúde, família e prosperidade são componentes do “meio ideal” para você usar seus talentos e cumprir o seu grande propósito! Aquilo que faça sentir que sua vida vale à pena.

Uma dica interessante é que este propósito, provavelmente, estará alinhado com seus valores e terá a ver com os seus relacionamentos, com as outras pessoas e com o mundo.

Pense nisso e faça plantações diárias em 2011 para uma colheita de muitas realizações!

Forte abraço e boas festas!

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