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Os cinco maiores arrependimentos antes de morrer

14 jan

Olá,

Quero começar este post desejando um 2013 no capricho para você! Prosperidade em todos os sentidos na sua vida e que 2013 seja um ano de muito aprendizado e realizações!

Depois de um ano sem atualizar o blog decidi voltar a dedicar tempo para compartilhar idéias de como seguir no caminho de inspiração e propósito.

2012 foi um ano maravilhoso na minha jornada e me dediquei quase integralmente para participar de projetos de transformação cultural e desenvolvimento de liderança em algumas empresas (Grupo Pão de Açúcar, HP, Tetrapak e Subsea7). Minha intenção é integrar o despertar da consciência com o mundo empresarial e estou muito grato por estar seguindo o meu propósito.

Para começar o ano quero compartilhar este vídeo que mostra o resultado de uma pesquisa feita com pacientes terminais para nos ajudar a refletir sobre nossas escolhas.

Um grande abraço.

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Como encarar os desafios da vida?

12 jul

Recentemente li o livro “Man’s search for meaning” (Em busca de sentido) do psiquiatra austríaco Viktor Frankl, sobrevivente do campo de concentração nazista de Auschwitz na Segunda Guerra Mundial.  Quero compartilhar algumas idéias sobre este livro, pois acredito que pode fazer a diferença na forma de encararmos os desafios da vida

A Idéia de Dr. Frankl foi compartilhar com as pessoas o que podemos aprender quando a mente humana é submetida a condições extremas de dor e sofrimento. A mensagem do livro é que devemos dizer “sim” a vida, pois ela mantém um significado potencial sob qualquer condição, mesmo a mais miserável.

A fórmula matemática para encarar os desafios da vida pode ser traduzida da seguinte forma:

Desespero = SofrimentoSignificado

As pessoas que encontram um significado mediante os desafios a que são submetidos tem uma enorme capacidade de criar força, coragem e resiliência.

Quero propor um rápido exercício de reflexão:

  1. Pense em um grande líder da humanidade ou alguém de sua vida pessoal que você tem grande admiração. Pare um minuto para fazer isso. Acredito que vale a pena!
  2. Que qualidade(s) você admira nesta pessoa? Coragem? Compaixão? Disciplina? Resiliência? Coloque sua atenção nesta pessoa para perceber o que é exatamente.
  3. Do que esta pessoa precisou para demonstrar tal(is) qualidade(s)? De uma vida calma e pacata ou grandes desafios ?
  4. Você acredita que ela encontrou um significado maior ao lidar com estes desafios? Ela compartilhou os aprendizados para ajudar e inspirar outras pessoas?

Quando as pessoas não ficam conscientes do que estão aprendendo, não percebem que habilidades precisam desenvolver para encarar os desafios ou perdem a esperança em encontrar um significado maior na situação que estão enfrentando, ficam mais suscetíveis a doenças e podem até pensar em tirar a própria vida.

Dr. Frankl afirma que tudo pode ser tirado de uma pessoa, menos uma coisa: a última instância da liberdade humana – escolher a sua atitude em qualquer situação. Por tudo isto, se você está enfrentando desafios em sua vida pessoal ou profissional tente ficar consciente de suas escolhas e responda para si mesmo:

  1. O que estou aprendendo?
  2. Que habilidades preciso desenvolver para lidar com esta situação? Vou sentir que sou uma pessoa melhor quando tiver feito isso?
  3. Como posso fazer disto uma forma de amenizar o sofrimento de outras pessoas?

Abaixo compartilho uma entrevista de Viktor Frankl (legendado) para quem quiser explorar um pouco mais.

Parte I

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Parte II

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Forte abraço e sucesso!

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Aprendendo a inovar.

25 maio

Hoje eu quero compartilhar um assunto que considero ser a chave para a inovação nas organizações e em suas vidas pessoais: aprender a ser humilde o suficiente para ouvir e respeitar outros pontos de vista.

As pessoas vêem o mundo de formas diferentes. A maneira como você lida com isso vai definir se você é um “aprendiz” ou um “controlador”.  Os controladores dizem que sabem como as coisas são, como deveriam ser e o que precisa ser feito. Dão muitas ordens e fazem poucas perguntas. Aprendizes são curiosos e humildes, não tem tanta certeza na interpretação do que está acontecendo e o que deva ser feito. São mais inquisidores do que mandões e tentam levar em consideração os pontos de vista alheios ao invés de impor o seu único ponto de vista.

Os controladores sustentam sua auto estima acreditando que sempre estão certos. Sentem-se satisfeitos quando conseguem eliminar todos os pontos de vista contrários e todos passam a concordar com eles. Acreditam que as coisas são como eles as vêem e qualquer outra interpretação está errada. Um caso típico de “arrogância ontológica” (ontologia é o ramo da filosofia que estuda a natureza da realidade, o que é inerente a todos e a cada um dos seres).

Os aprendizes sustentam sua auto-estima no fato de permanecerem abertos, convidando todos  a compartilharem suas percepções dentro de um espírito de aprendizado mútuo. Acreditam que vêem as coisas da forma como lhes parece e que essa visão é apenas parte de um todo muito mais amplo. Estes exemplos são o oposto da arrogância, a “humildade ontológica”.

Uma pessoa humilde não se vê acima das outras e não aparenta estar em posição privilegiada.  A humildade ontológica é o reconhecimento que a sua visão da realidade ou da verdade não tem nada de especial e faz parte de um modelo mais amplo de aprendizagem.

As conseqüências finais deste modelo de aprendizagem são o sonho de qualquer liderança: eficácia, flexibilidade, inovação, alta qualidade, grande lucratividade, baixos custos, baixa rotatividade de funcionários, melhoria contínua, crescimento pessoal e profissional.

No entanto, apesar de tantos benefícios este não é o modelo padrão de nossa sociedade. Vivemos em uma cultura arrogante onde a maioria de nós busca um modelo de controle unilateral. Desde os tempos de bebê você foi condicionado a ter mérito apenas quando vence, a evitar embaraços e a provar que está certo. Se falhar se sentirá um fracassado. Você percebe o erro como “culpa” e não  “um aprendizado para melhorar sua habilidade de dar respostas aos desafios”.

Desenvolver esta nova habilidade não é simples e requer muita prática.  É preciso que você aprenda a expressar seus pontos de vista e acolher as opiniões alheias com honestidade, respeito e humildade. O grande desafio não é desenvolver humildade não só com outros aprendizes, mas também com o grande número de controladores unilaterais que o cercam.

Como é possível se expressar com humildade ontológica sem ser massacrado pelos demais?  Como ser assertivo em relação ao que você pensa sem massacrar os que pensam de forma diferente?

O Primeiro passo é trazer isto para a luz de sua consciência, ficar alerta sobre sua forma de agir e buscar explorar mais sobre este assunto. Não existe receita de bolo, mas sim metodologia e treinamentos específicos para desenvolver esta habilidade.

Se quiser explorar mais sobre este assunto recomendo a leitura do livro Consciência nos Negócios de Fred Kofman.

Forte abraço!

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A Alma da Liderança

22 mar

Acabei de ler o livro “The Soul of Leadership” do Deepak Chopra e achei muito interessante a forma como ele conecta dois mundos aparentemente tão distintos: o mundo das escolhas diárias mediante aos desafios pessoais e profissionais com o mundo do “Despertar da Consciência”.

Este livro foi inspirado no Curso de Liderança da Kellogg Graduate School of Management, onde Chopra tem compartilhado, nos últimos oito anos, perspectivas com dezenas de CEO’s das mais variadas instituições.

Deepak utilizou um acrônimo com a palavra Leaders (Líderes) como um guia das habilidades que devem ser desenvolvidas para que você lidere com a sua alma:

L = Look and listen (olhe e escute) – Faça isto com seu coração e tente não julgar/ etiquetar as pessoas e situações sem sentir, ouvir e observar com cuidado previamente.

E = Emotional bonding (vínculo emocional) – Significa ir além do melodrama de viver em crise, aprender a livrar-se das emoções tóxicas , conseguir sentir quais são suas reais necessidades e as das pessoas a sua volta.

A = Awareness (consciência expandida) – Busque o autoconhecimento e fique consciente das perguntas que estão por detrás de cada desafio na sua vida: Quem sou eu? O que eu quero? O que esta situação demanda?

D = Doing (fazendo acontecer) – Desenvolva habilidades para ser orientado para as ações. Em qualquer situação seja responsável pelos compromissos e promessas feitas com tenacidade e persistência, mas lembre-se de manter a flexibilidade e o bom humor. Crie credibilidade!

E = Empowerment (delegar poder) – Vá além ao empoderamento do Ego, do “Eu, mim e meu”. Dê poder aos outros simultaneamente ao dar poder a si mesmo. Lide com o poder de forma transpessoal.

R = Responsibility (assumir responsabilidade) – Seja responsável por suas escolhas, assuma riscos de forma prudente, faça o que você diz, seja íntegro e alinhado com seus valores, guie sua vida e a das pessoas a sua volta para uma consciência mais expandida.

S = Sinchronicity (sincronicidade) – Desenvolva a habilidade de se conectar com sua voz interior, de criar sua própria sorte, de ter estrela, um suporte invisível que vem do campo da consciência que te leva além dos resultados previsíveis.

O livro é um bom aliado para aqueles que queiram dar um significado maior as suas vidas. Por abordar habilidades a serem desenvolvidas, somente a prática vai permitir a criação das maiores qualidades de um líder pode desenvolver: criatividade, inteligência, força e amor.

Assista ao vídeo onde Deepak fala sobre o livro (em inglês):

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Boa leitura e mãos a obra!

Forte abraço.

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Em todo beco sem saída existe uma passagem secreta!

18 jan

Você sabe reconhecer a diferença entre “ouvir um canto de sereia para abandonar um sonho” e “fazer um desvio para ganhar fôlego”? Como saber quando ser flexível para reconhecer oportunidades e quando manter o foco em um só objetivo e lutar até o fim?

Tudo começa quando você se questiona sobre as escolhas que tem feito na vida e inicia uma exploração para descobrir “o que você realmente quer”. Neste processo, naturalmente, você pára de seguir os sonhos de outras pessoas e começa a explorar sua própria consciência em busca das suas respostas.

O próximo passo é explorar e descobrir que valores estão embasando esta nova meta (p.ex. felicidade, prosperidade, segurança, liberdade, reconhecimento, paz, serviço ao outro etc.) para começar a sua maravilhosa jornada. Não basta só atingir a meta: além de curtir a jornada, você tem que ser feliz quando chegar lá!

Em seguida você precisa aprender a montar um planejamento para alinhar sua vida pessoal e profissional com este novo objetivo e começar a agir em direção a ele. Pequenas ações todos os dias fazem o trem da sua vida começar uma curva suave em direção da meta que você quer atingir. É um trajeto gostoso, com muitos sonhos e desafios e uma emoção permanente a cada escolha.

Apenas tome cuidado com escolhas que façam curvas acentuadas! Investigue, aprofunde, perceba o impacto nas várias áreas da sua vida, nos seus valores. Uma curva de 90 graus pode descarrilar o seu trem!

Ao longo da jornada você poderá fazer escolhas que te levem, aparentemente, a becos sem saída. Estas são oportunidades que podem ser interpretadas, basicamente, com dois pontos de vista: o da vítima ou do protagonista.

O ponto de vista da vítima é o caminho das justificativas: você provavelmente vai sentir uma sensação de fracasso, vai tentar culpar alguém e sentir raiva por estar nesta situação. A raiva cria uma falsa sensação de alívio, mas com o passar do tempo, só resulta em mágoas e ressentimentos. Você se sente impotente para fazer as mudanças que precisa para colocar sua vida de volta nos trilhos.

O ponto de vista do protagonista é onde você aprende e supera o desafio. É o momento de se fazer as seguintes perguntas:

  1. O que eu posso aprender com isso? Esta exploração vai te ajudar a reduzir as chances que esta situação se repita.
  2. Que recursos eu deixei de utilizar? É hora de ser honesto consigo mesmo(a) e saber quanto da sua capacidade de trabalho, relacionamentos, aprendizagem, tempo etc. você realmente investiu. No que você pode melhorar?
  3. Que pistas eu ignorei? Aqui você pode descobrir sensações, crenças, padrões, hábitos e atitudes que podem estar sabotando seu comprometimento pessoal. Estar alerta é fundamental!

Se você optar por explorar estas situações em busca de aprendizado, responsabilidade pessoal e flexibilidade, além de reduzir as chances que elas se repitam, você certamente encontrará uma saída. Acredite: quando você assume responsabilidade por suas escolhas, em todo beco sem saída existe uma passagem secreta!

Forte abraço e ótima semana a todos!

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Reinvente-se! Confiança é fundamental.

22 nov

Nas últimas semanas, além de mais um curso de exploração da consciência Avatar, estive pesquisando e conversando com alguns especialistas que se dedicam apaixonadamente na transformação da cultura das organizações no mundo corporativo.

É interessante observar a grande relevância disto quando, segundo o Banco Mundial, 66% das maiores entidades econômicas mundiais são corporações e não países. Ser um agente transformador que ajuda na expansão da consciência das pessoas destas organizações é uma missão nobre!

Segundo o Great Place to Work Institute Brasil que organiza pesquisas cerca de 50 países sobre as “Melhores Empresas para se Trabalhar” a palavra chave para um ambiente saudável é: confiança.

Mas para confiarmos em outras pessoas ou em alguma coisa (missão, processos, produtos etc.) precisamos aprender a confiar em nós mesmos. E como fazemos isto?

Escrevi sobre isto em alguns artigos anteriores, especialmente no artigo “A jornada da cabeça para o coração.” e cada vez fica mais claro que o caminho sustentável é através do autoconhecimento, inspecionando, avaliando e questionando suas crenças.

Mudar a cultura de uma organização e inspirar as pessoas a seguirem o modelo estabelecido é apenas um paliativo para tratar dos sintomas de um modelo educacional defasado. É isto que nossa sociedade vem fazendo “desde que mundo é mundo” e olha só aonde chegamos.

Um ponto de vista interessante é que esta mudança cultural não seja o último, mas sim o primeiro passo para incentivar a descoberta dos talentos e o que cada um considera ser seu propósito na vida. Uma mudança de dentro para a fora!

Nesta nova era, que pode ser chamada da “Era da Consciência”, a saída para a sustentabilidade das organizações, do meio-ambiente e do planeta começa nas crenças de cada indivíduo.

Culpar as organizações, os governantes e o sistema educacional é apenas uma desculpa para justificarmos os fatos e não iniciarmos esta mudança em nossas vidas pessoais, aqui e agora.

Compartilho abaixo uma inspiradora palestra que Sir Ken Robinson fala sobre a necessidade de uma revolução em nosso sistema educacional. Para acionar as legendas em português clique em “view subtitles” em vermelho abaixo do vídeo. Vale à pena assistir!

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

Forte abraço e uma ótima semana!

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Como mudar um mundo com tantos idiotas?

12 mar

Você alguma vez parou para pensar no significado da palavra idiota? A definição é: um indivíduo estúpido, com falta de inteligência ou de bom senso.

Se você parar um pouquinho para refletir honestamente, vai notar que um indivíduo estúpido é aquele que não concorda com a sua opinião, não gosta das mesmas coisas que você ou não reconhece que você está certo e ele está errado.

Sendo assim, se pensarmos que cada indivíduo é tão único quanto sua impressão digital e que tem valores e crenças distintas sobre tudo, podemos concluir que formamos uma civilização planetária de idiotas.

E nós, idiotas, continuamos a destruir o planeta, explorar a natureza de forma insustentável, matar uns aos outros por motivos banais e continuamos a viver nossas vidas tentando nos proteger daqueles que nos rodeiam.

Mas onde será a origem disto tudo? Segundo Harry Palmer, autor das ferramentas de exploração da consciência do Curso Avatar, uma pista importante pode ser encontrada nos níveis de consciência da humanidade. Ele fala sobre três níveis de consciência: a consciência animal, a consciência intelectual e a consciência espiritual. Em resumo:

Na consciência animal, ou mente selvagem, a preocupação do ser humano consiste basicamente nas sensações do corpo e percepções físicas. É uma consciência muito importante para manter os órgãos do corpo em funcionamento e é a consciência que lida com o medo, fome e os instintos de procriação. É selvagem, predatória, egoísta e respondemos a este nível de consciência através do prazer ou da dor. Basicamente se resume a três perguntas: “Posso comer isto? Isto vai me comer? Posso acasalar com isto?”. Segundo suas estimativas esta consciência corresponde a 50% da população mundial

Na consciência intelectual o ser está consciente e não reage apenas por instintos. Ele tanto pode olhar para fora e traçar estratégias para sobreviver e interagir com o mundo quanto olhar para dentro e avaliar sua mente racional. É onde o conceito do “Eu” começa a surgir e onde a identificação muda de um simples corpo para uma mente racional. É uma consciência que pode justificar guerras e massacres por considerar que suas justificativas são válidas e estão acima de seus adversários e recebe forte influência da consciência animal.

Na consciência espiritual começamos a realizar que não somos adversários. Começamos a perceber que fazemos parte da mesma essência, que este planeta é a única nave que temos, que precisamos ter compaixão pelas pessoas e por nós mesmos, assumir responsabilidade pelas nossas escolhas e mudar os padrões de egoísmo e ganância pelo serviço ao outro. É onde o “Eu” dá lugar ao “Nós”.

Precisamos criar este momento de transição em nossas vidas! Evoluir rumo a consciência espiritual e ajudar na conscientização das pessoas, fazer mais amigos, compartilhar ao invés de competir, consumir menos recursos naturais, ser mais honestos em nossas vidas pessoais, usar a tecnologia para criar nosso bem estar em sintonia com a natureza e, principalmente, reconhecer que a única diferença entre nós são crenças. As pessoas não são idiotas! Elas apenas acreditam em coisas diferentes!

Talvez este anúncio do Greenpeace ajude a enxergar as conseqüências do nosso jogo de certo x errado:

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Aproveito para reproduzir aqui a missão do Curso Avatar, no qual vivencio situações tão fantásticas que me inspirei a criar este blog para compartilhar com o mundo:

“A Missão do Avatar no mundo é catalisar a integração dos sistemas de crenças. Quando percebermos que a única diferença entre qualquer um de nós são crenças, e que crenças podem ser criadas ou descriadas com facilidade, o jogo do certo e errado irá acabar e, como resultado, a paz mundial se manifestará”.

Se você quiser explorar mais sobre os níveis de consciência clique aqui e assista a este vídeo de Harry Palmer: “Como Explicar Tudo!” (How to Explain Everything!). Está inglês e infelizmente não tem legendas nesta versão on-line.

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Um grande abraço e ótima semana!

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